Tina dorme, durante dias turquesa
Tentando, desacostumada acordar
Travada, desesperada
Dia todo deitada
Toda torta
A tonta
Da Tina
Perdida
Devotada dormir demasiadamente
Tendo dotado danado talento
Doente tigre desdentado
Desafiado
Depois derrotado
Triste estado
Deploração

Deitada tensa de tarde
Desinteressada de tudo
Todavia trilhado derrotas
Desgasta toda matina
Tina dorme, durante dias turquesa
Determinada a
desaparecer
Dentro do travesseiro desgastado
Tecidos protegem de tagarelices
De telefonemas desagradáveis
Tardia, tendo trinta e três
Destemida, a trabalhar
Todos os dias atrasada
Desperdiça tempo vital
Traumatizada
Tendo tolerado dor
Delírio declarado
Torturada deste descontrole
Noitada transviada
Desta odienta televisão
Deixa dorso dolorido
Intestino travado
Toda detonada retina
Tina dorme, durante dias turquesa
Tachada de transviada
Doida, doentia e demente
Tolerando comentários destrutivos
Tendo deveras desmaiado
Desenvolvendo doenças
Tento dedicar restante dom
Retardando o derreter da Antártica
Desta desperdiçada manhã de sol.
Nossa que identificação absurda! O sinto, o que oculto, materializado neste poema!